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Massas mais saudáveis na oficina de alimentação ecológica - Ermo/SC


Muitos perguntam o que alimentação tem a ver com ecologia, e em nossas oficinas nós podemos perceber esta relação em diferentes práticas, quando, por exemplo, adicionamos elementos da agrobiodiversidade, como as plantas alimentícias não convencionais (PANC), e buscamos compreender o quanto conquistamos em termos de saúde física e ambiental com as escolhas que fizemos sobre o que colocamos em nossas mesas, para nutrir não apenas nossos corpos, mas para a manutenção da saúde integral.

Massas frescas caseiras são uma tradição aqui no Sul do Brasil, e estimular a continuidade desse hábito, aliado à inclusão de elementos que podem ser cultivados nas propriedades rurais e nos quintais urbanos, agregando não apenas valor nutricional, mas promovendo a valorização de cultivos muitas vezes subestimados, é muito relevante para nós, humanos, numa época de tanta correria e pouco contato com nossas raízes culturais e autorreconhecimento como elemento da natureza, relembrando que o cuidado com o meio ambiente é um cuidado consigo próprio.

O cardápio da oficina realizada em Ermo/SC, no dia 26 de julho, incluiu massas frescas acrescidas de chia, linhaça, kenaf, beterraba, cenoura, trigo integral, molho pesto de manjericão, salada mista, além de muita disposição e carinho na produção dos alimentos, contando com a dedicação de queridas agricultoras cadastradas no Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco, atendidas pelo biólogo Édison Luiz da Silva, que orientado pelo Planejamento Participativo, através da UNEAGRO, executora do Programa no Lote 11, contratou a oficina de alimentação ecológica mediada pela bióloga Cíntia Karina Elizandro.

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